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Criminosos usam possível bloqueador de sinal e furtam R$ 2 mil de veículo em Sidrolândia

Vítima acreditava ter travado o carro, mas equipamento pode ter impedido o acionamento da trava; dinheiro e cartões bancários foram levados.

Redação/ Sidronews
Criminosos usam possível bloqueador de sinal e furtam R$ 2 mil de veículo em Sidrolândia

Foto: Ilustrativa/ I.A

Uma nova modalidade utilizada por criminosos acende o alerta entre motoristas em Sidrolândia. Uma mulher teve R$ 2 mil em dinheiro e cartões bancários furtados de dentro de seu veículo, estacionado na região central da cidade. A suspeita é de que os autores tenham utilizado um equipamento capaz de bloquear o sinal da chave eletrônica e impedir o travamento das portas.

O caso aconteceu na tarde de sexta-feira (11), em frente à agência do Cresol, na região do cruzamento das ruas São Paulo e Paraíba.

Por volta das 14h16, a vítima estacionou uma GM Tracker prata e, ao sair, acreditou ter acionado normalmente a trava do veículo. Cerca de 15 minutos depois, quando retornou, percebeu que o interior do carro havia sido violado.

Foram furtados R$ 2 mil em espécie, além de um cartão de crédito do Banco do Brasil e outro do Sicredi.

Antes de deixar o veículo, a mulher percebeu a presença de dois homens em uma motocicleta nas proximidades. Câmeras de segurança registraram a movimentação e mostram que um dos suspeitos aparentemente acompanhava os passos da vítima enquanto falava ao celular.

Suspeita de bloqueador de sinal

A principal suspeita é de que tenha sido utilizado um inibidor de sinal, equipamento que interfere na comunicação entre a chave eletrônica e o veículo.

Nesse tipo de ação, o motorista aperta o botão da chave e acredita que o automóvel foi travado, porém o bloqueio do sinal impede que as portas sejam efetivamente fechadas. Com o proprietário distante, os criminosos conseguem acessar o interior do carro sem a necessidade de arrombar portas ou quebrar vidros.

Casos envolvendo estratégia semelhante já foram registrados em Campo Grande, aumentando a preocupação de que o método esteja sendo utilizado também em Sidrolândia.

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