Morto em confronto com o Choque participou de latrocínio contra taxista em 2020
O jovem foi apreendido com 17 anos, em 2020, pelo crime

Local da ocorrência na noite desta segunda-feira. (Midiamax)
O jovem foi apreendido com 17 anos, em 2020, pelo crime

Local da ocorrência na noite desta segunda-feira. (Midiamax)
Foi identificado como Jean Gabriel Rapini de Souza, de 24 anos, o homem morto em confronto com policiais militares do Choque, na noite desta segunda-feira (10), na Rua Manoel Ferreira, nas proximidades da Casa da Mulher Brasileira, no bairro Santo Antônio, em Campo Grande.
Nesta segunda, conforme apurado, Jean estava em um veículo, momento em que, segundo a polícia, reagiu a abordagem dos agentes. Segundo informações, armado, ele saltou de um carro em movimento quando foi baleado.
Chegou a ser socorrido pelos militares, mas morreu. A Perícia e a Polícia Civil foram acionadas.
Jean foi apreendido e duas mulheres foram presas pelo latrocínio contra o taxista. Na noite do dia 25 de abril de 2020, dia do crime, o taxista aceitou uma corrida do Shopping Campo Grande ao Jardim Carioca. Na manhã do outro dia, o táxi da vítima, um VW Virtus, foi encontrado sem as rodas, no bairro Santa Emília.
Já o corpo de Luciano foi localizado em um matagal, no prolongamento da Avenida Duque de Caxias, na região do Indubrasil. Havia uma marca de tiro na cabeça de Luciano.
A irmã do taxista foi quem procurou a polícia durante a madrugada, para denunciar o desaparecimento. Luciano sumiu depois de aceitar a corrida ao Jardim Carioca, nas imediações do local onde ele foi achado morto. Segundo ela, o irmão recebeu o chamado da corrida por volta das 23 horas do sábado, e, mesmo considerando o pedido estranho, decidiu fazer a corrida.
O carro do taxista foi achado pouco antes do corpo, no bairro Santa Emília, sem nenhuma das rodas. Cerca de 20 taxistas ajudaram nas buscas do colega. Na época, Luciano deixou uma filha de 12 anos.

Atiradores estavam em uma motocicleta

Vítima recebeu ligação de suposto instrutor de curso, acessou link enviado pelo criminoso e perdeu o controle do celular; diversas transações foram realizadas na conta bancária

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