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MP-SP se posiciona contra recursos de Dudu em disputa judicial com Leila Pereira

Ministério Público defendeu que STJ e STF não analisem pedidos apresentados pela defesa do atacante após decisões desfavoráveis na Justiça paulista

Redação/ Sidronews
MP-SP se posiciona contra recursos de Dudu em disputa judicial com Leila Pereira

O Ministério Público de São Paulo se manifestou contra os recursos apresentados pelo atacante Dudu na disputa judicial envolvendo a presidente do Palmeiras, Leila Pereira. Em dois pareceres emitidos na quarta-feira (30), a Promotoria defendeu que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Supremo Tribunal Federal (STF) não analisem os pedidos apresentados pela defesa do jogador.

Os recursos foram apresentados depois de decisões desfavoráveis a Dudu na Justiça de São Paulo. O atacante tenta modificar o entendimento que rejeitou uma queixa-crime apresentada contra Leila Pereira por supostas ofensas feitas pela dirigente durante entrevistas concedidas no início de 2025.

No parecer relacionado ao STJ, o promotor Fábio Brambilla apontou que a defesa do jogador não apresentou novos argumentos capazes de modificar o entendimento adotado anteriormente. O documento defende a manutenção das decisões tomadas pela Justiça estadual.

No caso encaminhado ao STF, o promotor destacou o entendimento de que não houve dolo nas declarações atribuídas à presidente do Palmeiras. Segundo o parecer, as falas analisadas não configurariam crimes contra a honra e, por isso, o recurso extraordinário também não deveria prosseguir.

A disputa judicial teve início após declarações feitas por Leila Pereira em janeiro de 2025. Na ocasião, a dirigente afirmou que Dudu havia provocado um prejuízo milionário ao Palmeiras ao desistir de uma transferência para o Cruzeiro. Ela também declarou que o jogador havia deixado o clube pela “porta dos fundos”.

Dudu apresentou uma queixa-crime por injúria e difamação em julho de 2025. A defesa do atleta argumentou que as declarações tinham potencial para atingir sua reputação.

A Justiça paulista rejeitou o pedido em setembro de 2025. Posteriormente, um novo recurso apresentado pelo jogador também não modificou o resultado.

Com os pareceres apresentados pelo Ministério Público de São Paulo, o caso agora depende da análise dos recursos pelas cortes superiores.

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