Uma moradora de Sidrolândia procurou a Polícia Civil após ser vítima de um golpe eletrônico que começou com um pedido de transferência via PIX de apenas R$ 2,85 e terminou com um prejuízo de R$ 2.403,16.
Segundo o relato da vítima, na noite de domingo (4), por volta das 19h, ela recebeu uma ligação de um homem que se apresentou como instrutor de um curso no qual estava inscrita e que teria início na segunda-feira (5).
Durante a conversa, o suposto instrutor passou a manter contato por outro número de telefone. A abordagem aparentemente relacionada ao curso fez com que a vítima acreditasse que se tratava de um contato legítimo.
Em determinado momento, o homem solicitou que ela realizasse uma transferência via PIX no valor de apenas R$ 2,85 e encaminhou um link para que o pagamento fosse efetuado.
Após acessar o link e realizar a pequena transferência, a vítima relatou que perdeu o acesso ao próprio aparelho celular.
No dia seguinte, ao procurar sua agência do Banco Bradesco, descobriu que haviam sido realizadas diversas transações não autorizadas em sua conta bancária.
Somados, os débitos fraudulentos provocaram um prejuízo de R$ 2.403,16.
A vítima contestou junto ao banco as operações que afirma não ter realizado e procurou a Polícia Civil para comunicar o golpe.
O caso chama atenção para golpes em que criminosos utilizam pequenas cobranças ou transferências para induzir a vítima a acessar links maliciosos. Neste caso, será necessário apurar tecnicamente de que maneira ocorreu o comprometimento do aparelho e o acesso à conta bancária.
A orientação é evitar acessar links enviados por desconhecidos, mesmo quando o contato apresenta informações aparentemente legítimas sobre cursos, compras ou serviços. Em caso de movimentação bancária suspeita, o banco deve ser comunicado imediatamente para tentativa de bloqueio e contestação das operações.