R$ 2,3 milhões para MS amplia vacinação de crianças e adolescentes nas escolas
Verba federal mira alunos de até 15 anos e será aplicada ao longo de 2026 em ações do Saúde na Escola.

Educação

Verba federal mira alunos de até 15 anos e será aplicada ao longo de 2026 em ações do Saúde na Escola.

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Mato Grosso do Sul vai receber R$ 2,3 milhões do Ministério da Saúde para intensificar a vacinação de crianças e adolescentes com menos de 15 anos, com foco em ações dentro das escolas. O repasse faz parte do pacote nacional de R$ 150 milhões voltado ao fortalecimento da imunização nas instituições de ensino, com apoio do Programa Saúde na Escola.
Do total destinado ao Estado, R$ 363.284,96 ficarão sob responsabilidade do Governo de MS. O restante será dividido entre os 79 municípios. Campo Grande terá o maior repasse, R$ 347.389,73, equivalente a 14,9% do valor encaminhado ao Estado. Na sequência, aparecem Corumbá, Dourados, Três Lagoas, Aquidauana e Ponta Porã entre os maiores valores.
O recurso será pago em parcela única aos fundos de saúde estadual e municipal ao longo de 2026. A meta é ampliar a cobertura vacinal, reduzir o número de não vacinados e fortalecer a resposta a eventuais emergências sanitárias que afetem a imunização.
A verba poderá ser aplicada em quatro frentes:
vacinação nas escolas, com integração entre equipes de saúde e educação;
atualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes;
campanha contra a gripe (influenza);
reforço da imunização em situações de alerta epidemiológico.
A mobilização nas escolas deve priorizar estudantes da educação infantil e do ensino fundamental de unidades públicas e instituições que recebem recursos públicos, com possibilidade de alcance também em escolas privadas. As ações precisam seguir o Calendário Nacional de Vacinação e diretrizes do Programa Nacional de Imunizações, e estados e municípios deverão comprovar a aplicação dos recursos.
A campanha nacional está prevista entre abril e maio, com oferta de vacinas como Febre Amarela, Tríplice Viral, Tríplice Bacteriana (DTP), Meningocócica ACWY e HPV. Já entre outubro e novembro, a previsão é de uma mobilização específica para atualização das cadernetas, com foco em reduzir atrasos e evitar o retorno de doenças já controladas no país.

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