Caçadores clandestinos invadem fazendas e espalham medo na zona rural de Sidrolândia
Caçadores clandestinos usam veículos e armas dentro de propriedades

Disparos e circulação ilegal preocupam trabalhadores e donos de fazendas - Imagem Ilustrativa

Caçadores clandestinos usam veículos e armas dentro de propriedades

Disparos e circulação ilegal preocupam trabalhadores e donos de fazendas - Imagem Ilustrativa
Moradores da zona rural de Sidrolândia têm enfrentado uma situação preocupante diante de invasões recorrentes em propriedades privadas por supostos caçadores de javalis. A presença constante desses indivíduos tem gerado medo e insegurança entre trabalhadores e proprietários da região.
De acordo com o relato, os invasores entram nas fazendas sem qualquer tipo de autorização, utilizando motocicletas e veículos de apoio para se deslocar por trilhas e áreas internas, inclusive em locais de difícil acesso. Os veículos costumam ser deixados em pontos estratégicos próximos às divisas das propriedades, facilitando a fuga rápida e o transporte de animais abatidos.
A prática ilegal envolve o abate de porcos-do-mato, conhecidos como javalis, o que representa risco à fauna local e pode causar desequilíbrio ambiental. Além disso, a presença dos caçadores é frequentemente acompanhada pelo uso de armas de fogo, com disparos sendo ouvidos nas propriedades invadidas.
A situação tem causado temor entre os moradores, que relatam sensação constante de insegurança. Além dos riscos à integridade física, também são registrados prejuízos materiais, como cercas rompidas e danos em pastagens provocados pela circulação dos veículos.
No Brasil, o javali é considerado espécie invasora, e o controle (inclusive com abate) é permitido por lei, porém com regras:
Abate de javalis para controle populacional
Realizado por caçadores autorizados
Necessário cadastro no IBAMA
Uso de armas apenas com registro legal
Caçar sem autorização
Invadir propriedades privadas
Caçar outras espécies nativas
Comercializar carne de forma irregular
Usar métodos ilegais (veneno, armadilhas proibidas, etc.)

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Repartições municipais funcionarão normalmente na quarta-feira (28); decreto estabelece que serviços essenciais deverão manter o atendimento durante o ponto facultativo.