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Golpistas usam foto de filho no WhatsApp e aplicam golpe em Sidrolândia

Moradora acreditou estar ajudando o filho e acabou pagando boleto fraudulento

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Golpistas usam foto de filho no WhatsApp e aplicam golpe em Sidrolândia

Vítima de 52 anos perdeu quase R$ 2 mil após conversa com falso contato

Uma mulher de 52 anos, moradora de Sidrolândia, foi vítima de um golpe aplicado pelo WhatsApp na data de ontem (11). Os criminosos utilizaram a foto do filho da vítima no aplicativo para enganá-la e conseguir dinheiro de forma fraudulenta.

Segundo o relato, a mulher recebeu mensagens de um contato que se passava pelo filho. Durante a conversa, o golpista afirmou que precisava de dinheiro emprestado para comprar um notebook e pediu a quantia de R$ 1.800.

Sem desconfiar da fraude, a vítima realizou imediatamente a transferência. No entanto, por sorte, o valor acabou sendo enviado para a conta verdadeira do filho.

Após isso, o criminoso alegou que a conta havia apresentado problemas e encaminhou um boleto bancário no valor de R$ 1.912,37 para que o pagamento fosse feito de outra forma. A mulher acreditou novamente na história e realizou o pagamento.

Somente depois, ao conversar diretamente com o filho, a vítima descobriu que havia caído em um golpe. Em seguida, procurou a agência bancária na tentativa de contestar a operação e solicitar o estorno do valor pago.

O banco informou que abriu protocolo interno de apuração e orientou a mulher a procurar a delegacia para registrar o caso.

O golpe do falso filho tem sido registrado com frequência em diversas cidades do país. Os criminosos normalmente utilizam fotos retiradas de redes sociais e simulam situações de urgência para convencer familiares a realizarem transferências ou pagamentos rapidamente.

Os golpes aplicados pelo WhatsApp continuam crescendo e fazendo vítimas em Sidrolândia.

Para evitar prejuízos, alguns cuidados são fundamentais:

  • Nunca faça transferências ou pagamentos sem confirmar a identidade da pessoa por ligação ou vídeo;

  • Desconfie de pedidos urgentes envolvendo dinheiro;

  • Sempre confirme números desconhecidos antes de continuar a conversa;

  • Advogados não costumam pedir depósitos antecipados para liberar ações judiciais;

  • Não clique em links enviados por desconhecidos;

  • Antes de pagar boletos, confira os dados do beneficiário;

  • Oriente idosos e familiares sobre golpes virtuais;

  • Em caso de suspeita, interrompa imediatamente a conversa e procure o banco.

A orientação das autoridades é para que vítimas procurem rapidamente a instituição financeira e registrem o caso na delegacia, aumentando as chances de bloqueio ou recuperação dos valores.

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