Com a morte de uma bebê de dois meses e 13 dias, ocorrida na manhã de terça (6), a Perícia Científica definiu a causa da morte como sendo asfixia por broncorespiração de alimentos, possivelmente provocada por leite, segundo o delegado responsável pelo caso da 1ª Delegacia de Corumbá.
Para o médico legista, quem realizou a perícia, não foram encontrados sinais de violência. Ainda conforme o delegado, será necessário aprofundar as investigações afim de identificar se houve negligência da mãe da bebê.
Entenda o caso - A mãe da bebê, de 28 anos, buscou ajuda na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), por volta das 8h20, no bairro Guatós, em Corumbá. A criança não apresentava sinais vitais e, mesmo com os procedimentos de reanimação, não foi possível salvá-la com vida.
Para a polícia, os médico alegaram que a criança tinha um sangramento na boca e havia uma mancha de sangue em seu moletom. O exame de raio-x não indicou nenhuma lesão corporal.
A mãe da vítima alegou para os agentes que, ao acordar às 5 horas verificou que a criança dormia normalmente, porém, ao sair até a casa de um vizinho e retornar, por volta das 6 horas, verificou que a bebê estava com o corpo gelado e que não respondia aos estímulos. Ainda, relatou que estavam na casa apenas ela, os três filhos, menores de idade, dois sobrinhos, menores de 12 anos, e um terceiro sobrinho, maior de 18 anos.
Estiveram presentes a Polícia Militar e o Conselho Tutelar e, com o acionamento da Polícia Civil, a mãe foi encaminhada para a delegacia. A perícia foi realizada no imóvel onde a criança estava antes de ser levada para à UPA.
Procurada pelo SidroNews, a Polícia Civil afirma que: "A 1ª Delegacia de Corumbá está apurando as circunstâncias e causa da morte. Testemunhas estão sendo intimadas e ouvidas testemunhas".