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“Risco concreto e imediato”: PMMS justifica disparos que mataram travesti em abordagem

Força diz que arma foi tomada por pessoa em luta corporal e que risco justificou disparos, negando atuação direcionada a grupo social

Redação
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“Risco concreto e imediato”: PMMS justifica disparos que mataram travesti em abordagem

Corporação sustenta que intervenção foi necessária após arma ser tomada durante luta corporal

A Polícia Militar de Mato Grosso do Sul se manifestou após a repercussão da morte de uma pessoa travesti durante uma abordagem no Centro de Campo Grande. Em nota pública, a corporação afirmou que a equipe agiu diante de um “risco concreto e imediato” à vida dos policiais e de pessoas que estavam nas proximidades.

Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que houve luta corporal entre a pessoa abordada e um dos agentes. Durante o confronto, a arma de um policial foi tomada. A PM sustenta que, diante da ameaça real e da possibilidade de disparos contra a equipe ou contra terceiros, a intervenção foi necessária para neutralizar o risco.

A corporação declarou que os protocolos de uso progressivo da força foram seguidos e que a atuação ocorreu dentro da legalidade. Também reforçou que não há qualquer direcionamento institucional contra grupos sociais específicos.

O caso segue sob apuração pelas autoridades competentes.

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