Senadores da base do governo Lula barram relatório de CPI que mirava STF e PGR
Parecer atingia ministros do STF e chefe da PGR, mas foi bloqueado pelo "Fiéis escudeiros do Governo"

JUSTIÇA

Parecer atingia ministros do STF e chefe da PGR, mas foi bloqueado pelo "Fiéis escudeiros do Governo"

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A rejeição do relatório final da CPI do Crime Organizado no Senado, barrada por senadores da base do governo, encerrou os trabalhos da comissão sob forte clima de críticas e questionamentos.
O parecer, que previa medidas contra autoridades do Judiciário e do Ministério Público, acabou sendo derrubado pela maioria governista, impedindo qualquer avanço das propostas. Com isso, a CPI chega ao fim sem apresentar um relatório aprovado, o que esvazia na prática os resultados da investigação.
A decisão provocou reação negativa e levantou dúvidas sobre a condução dos trabalhos. Ao longo do funcionamento da comissão, mudanças na composição e disputas internas já vinham sendo apontadas como fatores que comprometeram o andamento das apurações.
Para críticos, o desfecho reforça a percepção de interferência política dentro da CPI, que teria perdido o foco original e passado a operar sob influência de interesses partidários. A falta de consenso e a derrubada do relatório final ampliam a avaliação de que a comissão não cumpriu plenamente seu papel.
Outro ponto que gerou questionamentos foi a ausência de resultados concretos. Mesmo após meses de atividades, a CPI encerra sem apresentar medidas efetivas no combate ao crime organizado, tema central que motivou sua criação.
O fim da comissão sem um relatório aprovado deixa um saldo de desgaste no Senado e alimenta críticas sobre a utilidade de investigações parlamentares que terminam sem conclusões práticas.

Ministro do STF respondeu a representação apresentada por Alexandre de Moraes, pediu o arquivamento das acusações contra ele e defendeu apuração sobre a atuação do colega

Comissão havia aprovado pedidos de informações sobre o Legacy 650 PP-NLR; dados, incluindo listas de passageiros, não chegaram antes do encerramento dos trabalhos

Amarelo é numericamente o segundo nome mais citado do MDB para deputado federal; Carlos Bernardo e Natal Gonzaga também aparecem na disputa, enquanto Gerson Claro lidera a Federação União Progressista na pesquisa para deputado estadual