Na noite de ontem (12), por volta das 23h, mais um episódio revoltante de violência contra a mulher foi registrado em Sidrolândia.
Uma mulher de 41 anos foi brutalmente agredida pelo próprio esposo na Rua Prudente de Moraes, no Bairro São Bento.
O agressor, um homem de 43 anos, não apenas a jogou ao chão, mas também lhe desferiu chutes e socos, além de ameaçá-la de morte.
A Polícia Militar foi acionada e, ao chegar ao local, a vítima relatou que o marido se tornou agressivo por ciúmes e iniciou as agressões. Segundo ela, o homem já possui diversas passagens por violência doméstica, mas segue impune, colocando a vida dela e de outras mulheres em risco. No momento em que a vítima ameaçou chamar a polícia, o agressor fugiu, tomando rumo ignorado. Mesmo com as rondas realizadas na região, ele não foi localizado.
A mulher, ferida e traumatizada, afirmou que deseja apenas retirar seus pertences do imóvel e seguir sua vida longe do agressor. Esse caso lamentável levanta, mais uma vez, a urgência de medidas mais eficazes para combater a violência contra a mulher, garantindo que agressores reincidentes sejam punidos com o rigor da lei.
Até quando mulheres precisarão viver com medo dentro da própria casa?
Quantas denúncias serão necessárias até que a justiça realmente cumpra seu papel?
A violência doméstica não pode continuar sendo tratada como apenas mais uma ocorrência policial. É um problema social grave que exige ação imediata e punição severa para os agressores.
A sociedade não pode mais se calar. No mês em que se celebra a luta e a resistência das mulheres, episódios como esse reforçam a necessidade de políticas públicas mais firmes e do engajamento de todos no combate à violência de gênero. Basta de impunidade!
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