Diferentemente das demais cidades do estado do MS, onde medidas emergenciais foram tomadas para atender durante o período do feriadão de carnaval, a Secretaria de Saúde do Município, sob a gestão do prefeito Rodrigo Basso e da secretária Vanessa Rosa Prado, garantiu que o atendimento ocorreria normalmente. No entanto, a realidade foi diferente no âmbito da CASSEMS.
Na tarde desta segunda-feira (3), uma professora aposentada, tanto do estado como da prefeitura de 85 anos de idade, após ser diagnosticada com COVID-19, procurou atendimento médico particular, onde o profissional solicitou uma tomografia pulmonar para avaliar a gravidade da infecção.
Com a solicitação em mãos, dirigiu-se à unidade da CASSEMS em Sidrolândia, para autorização do exame, mas para sua surpresa, encontrou as portas fechadas e os telefones indisponíveis.
Tentativas de contato com a unidade pelos números 3272-1919 e 9 8472-1997 foram frustradas, com as chamadas direcionadas à caixa postal.
Diante da situação, a professora recorreu ao Hospital Dona Elmíria Silvério Barbosa, onde teve que pagar pelo exame como particular, mesmo sendo conveniada da CASSEMS a mais de décadas.
A falta de comunicação e planejamento adequados gerou preocupação entre os beneficiários, que se viram desassistidos no momento em que mais necessitavam.
O caso reforça a necessidade de um posicionamento da CASSEMS e da Secretaria de Saúde do Município para garantir que situações como essa não se repitam. Foi registrada uma reclamação da Ouvidoria da CASSEMS, de protocolo Número: 413534.2025.03.03.050769
O espaço segue aberto para pronunciamento dos envolvidos.
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