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Transporte escolar no interior: Sidrolândia recebe o maior repasse do Estado

Com R$ 1,3 milhão, Sidrolândia aparece como maior beneficiada no repasse do transporte escolar para 2026

Redação
Com Secretaria de Estado de Educação (SED
Transporte escolar no interior: Sidrolândia recebe o maior repasse do Estado

Transporte escolar no interior: Sidrolândia recebe o maior repasse do Estado

O Governo de Mato Grosso do Sul formalizou a distribuição de recursos para o transporte escolar em 23 municípios do interior no ano letivo de 2026. A definição de valores e coeficientes foi detalhada em publicação oficial da Secretaria de Estado de Educação (SED) nesta segunda-feira (9).

Os montantes constam em extratos de termos aditivos processados pela SED e são destinados às prefeituras para custear rotas que atendem estudantes das redes estadual e municipal. O objetivo é manter o serviço em funcionamento, principalmente em locais onde o deslocamento exige longas distâncias e estradas vicinais.

Como os valores entram na conta

A distribuição não segue um padrão único. A planilha leva em consideração o total de estudantes transportados e a proporção de alunos que vivem na zona rural em relação aos que moram em áreas urbanas. Na prática, municípios com maior demanda no campo e logística mais complexa tendem a receber parcelas maiores.

Dentro desse recorte, Sidrolândia aparece com o maior repasse individual mencionado, acima de R$ 1,3 milhão. Em seguida, Rio Brilhante e Antônio João surgem entre os maiores valores, ambos acima de R$ 1,1 milhão.

Na outra ponta, municípios com menor pressão logística ou perímetros urbanos mais consolidados recebem aportes ajustados ao perfil de atendimento. Sonora e Sete Quedas foram citados na faixa de R$ 100 mil a R$ 120 mil.

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Efeito para as prefeituras

Para as administrações municipais, os repasses entram como reforço e também como previsibilidade para planejar contratos, rotas e manutenção. Terenos, com mais de R$ 859 mil, e Tacuru, com aproximadamente R$ 589 mil, aparecem como exemplos de valores voltados à regularidade do serviço ao longo do ano.

O modelo adotado é de gestão compartilhada entre Estado e municípios. A renovação por termos aditivos dá continuidade aos instrumentos vigentes e busca reduzir sobreposição de rotas, melhorar o uso do dinheiro público e evitar que estudantes fiquem sem acesso à escola por falta de transporte.

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