O deputado federal Paulo Bilynskyj (PL-SP) divulgou imagens de ônibus e de alimentos que, segundo ele, foram utilizados por grupos de esquerda que se concentraram nas proximidades da Avenida Paulista, em São Paulo, nesta segunda-feira (7).
Entre os itens registrados pelo parlamentar estavam sanduíches de pão com mortadela, água e refrigerantes. Bilynskyj afirmou que os veículos teriam sido utilizados para transportar participantes da manifestação.
Grupos tentaram chegar à Avenida Paulista
A movimentação ocorreu antes do ato que reuniu milhares de apoiadores da direita na Avenida Paulista, com a participação do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).
Segundo as informações divulgadas, pelo menos dois grupos de manifestantes de esquerda tentaram se aproximar da Paulista por pontos diferentes, incluindo as proximidades do MASP e da Alameda Santos.
Os participantes carregavam bandeiras do PT e faziam manifestações contra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.
Polícia impediu aproximação dos grupos
A Polícia Militar e a Guarda Civil atuaram para evitar que os manifestantes chegassem ao local onde estava concentrado o ato da direita.
Segundo a cobertura do episódio, policiais utilizaram granadas de gás lacrimogêneo e cavalaria para dispersar os grupos. A ação buscou impedir um possível confronto entre manifestantes de posições políticas opostas.
Deputado mostra ônibus e alimentação
Bilynskyj publicou nas redes sociais imagens que, segundo ele, mostravam os ônibus utilizados no transporte dos manifestantes e sacos contendo os sanduíches e bebidas distribuídos aos participantes.
O parlamentar acusou grupos de esquerda de terem organizado a mobilização com o objetivo de provocar os participantes do ato da direita. Essa acusação é uma declaração de Bilynskyj e, nas fontes consultadas, não há confirmação independente sobre quem contratou os ônibus, quem financiou a alimentação ou se os participantes receberam algum pagamento para comparecer à manifestação.
O ato principal na Avenida Paulista ocorreu com manifestações contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro do STF Alexandre de Moraes, além de discursos de apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro.